sexta-feira, 20 de julho de 2012

Cap. XVII
parte II
O pedido 
Cap. II
Ele a levou até a porta do condomínio. Abraçou-a e a olhou com o um sorriso muito terno. Beijou-a com todo o calor da emoção que tinha dentro do peito.  Era amor que exalava de Rafael.  Após um longo e terno beijo, sorriu e disse que iria embora.
- Estou indo, meu bem. Obrigada por me dar a melhor resposta do mundo. Vou honrá-la enquanto puder.
- Obrigada pelos momentos de hoje. Não os esquecerei.
 O rapaz pegou a mão da menina e beijou e então começou a caminhar olhando para ela.
- Você vai cair, menino! Vira para frente e anda direito!
                Rafael gritou:
-Não posso! Você me enfeitiçou! Cada minuto que perco sem te olhar, é uma eternidade para mim!
Ela sorriu num sorriso generoso e gracioso. Sorriso este que Rafael levaria para a posteridade.

                A linda moça entrou em sua casa entre suspiros e sorrisos. Subiu pra seu quarto. Antes de qualquer coisa, pegou aquela espécie de diário que mais eram relatos de suas angústias, alegrias e Arthur. Sentou-se em sua varanda e pôs-se a relatar tudo que houvera acontecido. Era sim um princípio de bons sorrisos.
Observação:
Desde que aderiu ao diário,
Narrou todos os seus momentos.
Olhou para o céu: muitas estrelas, mas a lua naquele dia não apareceu. Sinal de ausência. Ausência de Arthur. Sorriu. Por alguns minutos deu risadas e escreveu seu pensamento:
                - Nunca pensei que poderia esquecê-lo por mais de um minuto e consegui isto por horas. Obrigada, vida. Obrigada, Rafael.
Após escrever correu para o telefone. Ligou para Luiza.
-Amiga?
- Guilia?
- Sou eu!
- Pode me contar todos os detalhes, mocinha!
- Estou namorando!
-Como assim, garota? Dá pra contar todos os detalhes ou está difícil? (Gargalhou)
                Guilia então contou passo a passo todos os pequenos e grandes detalhes daquela tarde e quando, por fim, terminou aquele venturoso dia, Luiza falou:
- Até a mim esse rapaz conseguiu surpreender. Eu não esperava!
- Se você não esperava, imagine-me?
- Amiga, mas você gostou?
- Posso te confessar uma coisa? Ele me deixou sem chão. É  graça de rapaz. Faz sentir-me bem, querida, mulher. E, por alguns instantes,  tirou dos meus pensamentos o Arthur.
- Isso é bom, amiga. Estou gostando deste rapaz.
- Eu também. Ele é simples e educado. Tem um sorriso lindo que me faz esquecer o mundo.
- Sinal de uma paixão?
- Não sei, mas sinal de uma doce companhia.
                E conversaram por horas. Eram detalhes, risadas, conselhos e felicidade. Era o resumo de um dia que ficaria na memória durante toda uma vida, ou melhor, duas vidas.

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